Colocada: Qua Out 04, 2006 12:33 Assunto: As citações do VLAD sobre a Assembleia Municipal
O Vlad esqueceu-se de colocar aqui no espaço de Fão: vamos lá ,também, colocar aqui:
Ponte de Fão:
Citação:
Exm.º Senhor
Presidente da Assembleia Municipal de Esposende
No site do Jornal “Novo Fangueiro online” lemos que as obras de recuperação da Ponte de Fão estão, tendo por referência o prazo da sua execução, claramente atrasadas.
Face a tal realidade, torna-se imperioso conhecer, com mais pormenor, o ponto da situação sobre o referido atraso. Assim, ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, solicito à Câmara Municipal de Esposende que, com a maior brevidade, me informe do seguinte:
. Existe ou não atraso nos trabalhos de recuperação da Ponte de Fão? Em caso afirmativo, quais os motivos?
. Qual a data previsível para a conclusão da referida obra?
. A confirmar – se uma situação de atraso, que medidas tenciona a Câmara Municipal de Esposende adoptar tendentes a minimizar os elevados prejuízos para os comerciantes das duas margens do Cávado, especialmente para os que pontificam em Fão?
Chumbado pela maioria! (pelos vistos é assunto que não interessa...)
Biblioteca Municipal:
Citação:
Assunto: Funcionamento da Biblioteca Municipal
O Concelho de Esposende conta há vários anos com uma Biblioteca Municipal que encerra ao fim de – semana e, nos dias úteis, fecha à 17.30 horas. Tal horário, objectivamente, não satisfaz a larga maioria dos cidadãos de Esposende. É que, encontrando-se tal Equipamento Cultural encerrado no período pós – laboral e aos fins-de-semana, as pessoas ficam impedidas de usufruir do mesmo.
A biblioteca pública municipal deve assumir – se como um contexto, por excelência, informativo e formativo, mas também de convívio, onde as gentes deste concelho, de todas as faixas etárias, possam passar algum tempo. E tudo isto assume particular importância, quando estamos perante uma verdadeira ditadura do áudio – visual, com destaque para o lixo televisivo que, sem permissão, invade, cada vez mais, a casa das pessoas.
No entanto, a alteração do actual paradigma de funcionamento da biblioteca Municipal exige, em primeira linha, que se altere o horário de abertura ao público. Exige, também, a incorporação, na mesma, de novas funcionalidades, concretamente, espaços de bar/restaurante e sítios para tertúlias. Estas medidas já foram adoptadas, com sucesso, por várias Câmaras Municipais do nosso País.
Neste sentido, consciente da importância em tornar a biblioteca como um espaço de grande valia para formação e informação dos Esposendenses, bem assim, como um contexto privilegiado de convívio, a Assembleia Municipal de Esposende, reunida em 28 de Setembro de 2006, recomenda à Câmara Municipal de Esposende:
. Que proceda à alteração do horário de funcionamento da biblioteca Municipal, passando a mesma a estar aberta ao público aos fins-de-semana e, nos dias úteis até às 21horas;
. Que, no Verão, a biblioteca funcione, nos dias úteis, até às 23.00 horas;
.Que implemente espaços de bar na referida biblioteca, bem como espaços para a realização de tertúlias;
. Que implemente acções de sensibilização tendentes a estimular uma maior frequência da biblioteca municipal.
Chumbado pela maioria! (num concelho que se diz educador, a acesso à cultura é barrado por coisas tão simples como horários de funcionamento)
Centros Educativos Concelhios:
Citação:
Assunto: Concepção dos Centros Educativos Concelhios
A Carta Educativa Intermunicipal da Valimar prevê a construção de Centros Educativos distribuídos por várias freguesias do Concelho.
Tais infra – estruturas de educação / ensino reclamam, de todos os actores locais, principalmente daqueles que estão mais ligados às questões de política educativa, que se adopte, desde já, todo um percurso reflexivo e de estudo tendente à definição das tipologias desejadas e adequadas aos contextos sócio – educativos onde irão pontificar. A abordagem desta matéria não pode, não deve, enconchar-se em círculos restritos. A sua importância exige, pois, a mobilização de todos os actores educativos. Mas para que esta caminhada reflexiva seja um facto, a Câmara Municipal deve, desde já, incorporar na sua agenda este assunto. E tudo se torna mais prioritário, quando se sabe que a construção dos mencionados Centros Educativos exigirá investimentos avultados que a Câmara Municipal, inexoravelmente, terá que obter dos fundos comunitários.
É urgente, muito urgente, reflectir sobre as escolas a que as crianças e jovens de Esposende têm direito.
Escolas, quais Centros Educativos, que deverão ser espaços de excelência com todas as condições materiais para a efectivação de aprendizagens significativas. Deverão ser contextos de formação inter- geracional, pela via da educação ao longo da vida.
Neste sentido, a Assembleia Municipal de Esposende, reunida em 28 de Setembro de 2006, recomenda à Câmara Municipal:
. Que, tempestivamente, promova sessões alusivas à temática em apreço, direccionadas para todos os actores educativos concelhios, procurando colher opiniões tendentes a cimentar uma ideia clara quanto à concepção dos Centros Educativos a construir.
. Que, imediatamente a seguir a esta fase de consulta, avance para os imprescindíveis estudos técnicos tendentes à efectivação dos respectivos projectos e candidate a construção de tais infra – estruturas educativas a financiamentos comunitários.
Chumbado pela maioria! (ao que parece, esta história de Esposende ser um concelho educador fica bem no papel, mas levar à prática, com a participação de quem se interessa pelo assunto, dá muito trabalho!!)
Declaração politica:
Citação:
Antes de expender o conteúdo desta minha fala, emerge uma advertência: Não interiorizem esta intervenção como um ataque pessoal, como já aconteceu em anteriores sessões. Aqui, bem como no Executivo Municipal, pontificam membros que conheço há muitos anos, os quais me merecem a maior consideração. Tenho por todos um profundo respeito. Percepcionem, pois, o que vou dizer como uma verdade que não posso calar.
Assim, Sr. Presidente
No dia 25 de Julho do corrente ano, na Freguesia de Mar, homenageámos o Homem, António Rodrigues Sampaio, figura maior do nosso país. Unanimemente salientámos a irreverência de Rodrigues Sampaio, sua capacidade de se indignar e assumir de forma expressa tal postura. Considerei que o seu legado permanece, ainda hoje, como um moscardo que deverá atormentar os espíritos daqueles que tem a incumbência de conduzir o nosso destino colectivo.
Nas suas declarações públicas, aquando da referida homenagem, o Sr. Presidente da Câmara, também, realçou a irreverência e espírito combativo de Rodrigues Sampaio, deixando entrever que tal postura deveria servir de exemplo para os homens e mulheres que vivem nos tempos que passam. Por isso, não se entende que o senhor Presidente da Câmara verbere, de forma acutilante, aqueles que se indignam quando confrontados com medidas atentatórias dos seus direitos.
Efectivamente, quando os pais/encarregados de educação das crianças das Pedreiras - em Fão, manifestaram, publicamente, o seu desacordo contra a intencionalidade do Ministério da Educação proceder ao encerramento da EB1 das Pedreiras, o Sr. Presidente da Câmara esqueceu-se do elogio que havia feito às atitudes irreverentes dos homens. Aqui, a indignação já não servia para nada e, até, na sua opinião, era negativa. O Sr. Presidente da Câmara, não só não se solidarizou com as gentes das Pedreiras, como ainda, pretendeu impregnar, junto das pessoas, a ideia de que se tratava de uma luta com objectivos político – partidários. Fê-lo com a suprema intencionalidade de desmobilizar os pais /encarregados de educação em apreço, bem assim a população em geral. Só que não o conseguiu. E não o conseguiu porque, desde a primeira hora, as gentes das Pedreiras, compreenderam muito bem que a medida de encerramento configurava uma profunda injustiça e constituía, por isso, um absurdo, como compreenderam, também, que as declarações de V.ª Ex.ª, estranhamente, nada tinham a ver com os mais genuínos objectivos de todos os implicados na luta contra o encerramento da referida Escola. É que, como em todas as lutas, há sempre alguém que assume um papel coordenador das mesmas e, nesta foi a Associação de Pais/Encarregados de Educação e Amigos do JI e Escolas do 1.º Ciclo de Fão que assumiu a dianteira neste Processo. Devo dizer, com profundo conhecimento de causa, que o fez de forma persistente, atenta e pertinaz. Associação onde pontificam pais/ encarregados de educação militantes ou afectos a vários partidos políticos, desde o PCP, PSD, PS, CDS/PP e gente sem partido. Mas, nunca, nunca, as questões partidárias foram colocadas neste processo de contestação. Por isso, ao mesmo tempo em que V.ª Ex.ª desmobilizava as pessoas, com o argumento de que havia interesses partidários, mais as pessoas se envolviam na contestação, porquanto sabiam que as suas palavras não faziam sentido, nem tinham qualquer suporte na concreta realidade dos factos. Mas, não estranhei a sua atitude. Efectivamente, quando V.ª Ex.ª pressente ou percepciona actos de protesto, mesmo que legítimos e respeitadores do quadro legal democrática, logo, vocifera, dizendo que há interesses políticos – partidários. Brande, imediatamente a bandeira dos supostos interesses espúrios, aponta logo o espantalho da conspiração. Lembrem-se da luta dos pescadores. Aqui, também, V.ª Ex.ª os tem acusado de prosseguirem interesses exclusivamente partidários!!!
Apenas lhe sugiro que abandone esse preconceito de ver, nas acções de protesto, intencionalidades estranhas às verdadeiras e profundas razões que as originam.
Mas já que estamos, aqui, num fórum institucional de debate e participação política, não posso deixar de sinalizar a passividade do PSD, do PS e CDS/PP relativamente ao anunciado encerramento da EB1 das Pedreiras. Nas reuniões do Executivo Municipal nenhuma posição foi tomada por estes Partidos. Pelo contrário, o PCP afirmou aqui, como na Assembleia da Republico a sua discordância contra tal medida.
Mas, sobre a comunidade educativa das Pedreiras, para além de tudo o que venho dizer, é mais importante relevar a vitória, em primeira linha das crianças, melhor, dos Direitos das crianças, e, claramente, também, dos seus pais/encarregados de educação.
Agora, emerge olhar em frente, e falar do Futuro. Neste sentido, todos nós, eleitos locais e, mormente a Câmara Municipal, devemos pugnar por garantir o funcionamento da EB1 das Pedreiras. É que, ficou demonstrado, de forma cabal, que nos próximos anos a população escolar de tal zona tende a subir. Este levantamento está feito. Não se alimentem falsos argumentos ou se criem quadros arredios da realidade para reavivar intencionalidades absurdas e injustas. As gentes das Pedreiras não merecem tal tratamento. Importa, pois, garantir aquelas crianças boas condições de aprendizagem, melhorando o edifício escolar, as suas condições de habitabilidade e segurança.
Aproveito, ainda, para, mais uma vez, referir o estado deplorável em que se encontra o logradouro da EB1 do Ramalhão em Fão, a tal Escola que iria acolher os alunos das Pedreiras. É bom reafirmar que, com as primeiras chuvas, esse logradouro, fica um charco intransponível, colocando, tal situação, em causa o necessário bem-estar das crianças que frequentam esse estabelecimento de ensino. A Câmara Municipal é a única e principal responsável por esta verdadeira vergonha bem visível na EB1 do Ramalhão.
Do mesmo passo, refiro que na EBI de Apúlia, o mobiliário utilizado pelos alunos do 1.º Ciclo tem cerca de 19 anos, foi transferido da antiga Escola de Igreja n.º 1 e encontra-se, claramente, desadequado.
Acresce, referir, mais uma vez, que a larga maioria das EB1 e J:I do concelho não tem sistemas de segurança implementados, como alarme porteiro e alarmes contra intrusão de estranhos, sendo que na maioria não funcionam sistemas de iluminação nocturna.
Mas outros problemas poderiam ser elencados relativamente ao fornecimento de materiais de apoio às actividades educativas. De facto, chegam-me, a todo o tempo, notícias sobre a falta de material, designadamente nos Jardins-de-Infância e nas escolas do Primeiro Ciclo.
Ora, tudo isto assume maior relevância, quando é publico que a autarquia gastou, na recepção aos professores, no início do ano lectivo, muito dinheiro, bem como contratou uma banda, certamente, bem cara para recepção aos alunos. Não estou contra iniciativas que promovam a interacção e convívio entre os profissionais da educação. Pelo contrário. Advogo tais iniciativas. No entanto, as mesmas nunca deverão acarretar gastos significativos, quando é sabido que existem necessidades básicas e prementes que urge debelar. Esta é que é a realidade nua e crua que, enquanto membro desta Assembleia tenho que denunciar.
Não significa este meu dizer que, neste âmbito, tudo vai mal no nosso Concelho. Não! No entanto, as mudanças que urgem acontecem muito, muito devagar.
Assembleia Municipal, em 28 de Setembro de 2006
Ou como o proprio diz: "Esta é que é a realidade, nua e crua..."
Moção sobre a Lei das finanças locais:
Citação:
Considerando que se encontram pendentes na Assembleia da República iniciativas legislativas com vista à revisão da Lei das Finanças Locais;
Considerando que, de entre elas, a proposta de lei elaborada e aprovada pelo Governo se propõe reformular o sistema de financiamento das autarquias, bem assim aspectos essenciais da sua autonomia e mesmo das suas atribuições,
A Assembleia Municipal de Esposende, reunida, no dia 28 de Setembro de 2006, em sessão ordinária, delibera:
1. Insistir na necessidade imperiosa de serem respeitados os princípios constitucionais vigentes relativamente à autonomia do poder local e ao regime de distribuição dos recursos públicos, a saber:
a) Proibição de toda e qualquer forma de tutela que exceda as previstas na CRP – inspectiva e de controlo da legalidade, esta exercida, em última instância, pelos tribunais (em democracia e quanto a órgãos eleitos, a tutela de mérito cabe, em exclusivo, aos cidadãos);
b) Respeito pela dignidade constitucional da Lei das Finanças Locais, enquanto forma privilegiada de fixar e regular a repartição dos recursos públicos entre o Estado e as autarquias, promovendo a solidariedade e a coesão territorial.
2.Defender que se inverta a rota que vem sendo seguida, no sentido do sub-financiamento e do estrangulamento financeiro das autarquias.
Mais delibera:
1.Manifestar a sua mais profunda indignação pelas variadas formas de tutela que o Governo incluiu na sua proposta de lei;
2.Protestar contra o alargamento do mecanismo da consignação de receitas (de certas tarifas) e a sua generalização a parte substancial dos recursos públicos afectos às autarquias (Fundo Social Municipal), forma, por excelência, de exercer tutela administrativa e de gestão contra a autonomia;
3.Repudiar a redução, pelo segundo ano consecutivo, para os municípios e, agora também para as freguesias, do volume global dos recursos postos à sua disposição em montante pelo menos igual ao da inflação e lamentar que o Governo insista em apelidar de «neutra» uma medida deste tipo;
4.Condenar a introdução de critérios e princípios – como o do financiamento através de uma parcela do IRS cobrado no território – que (e para além de outros), inexoravelmente, enriqueçam as mais ricas e empobreçam as mais pobres das autarquias locais (municípios e freguesias), diminuindo fortemente os laços de solidariedade e os seus efeitos na coesão territorial e tornando insustentáveis mais de 1/3 dos municípios e muitas centenas de freguesias;
5.Denunciar o expediente dilatório que consiste em atirar para as calendas das próximas eleições (2009) os efeitos mais significativos das medidas draconianas propostas;
6.Rejeitar novas atribuições sem o necessário e adequado financiamento, nomeadamente a responsabilidade pelos centros de saúde, transporte de doentes, certas prestações sociais e outras que, encapotadamente e à margem do instituto legal correspondente, a proposta de lei do Governo visa transferir sem contrapartidas para as autarquias.
Delibera, por fim:
1.Condenar as tentativas de, com os mais variados pretextos, pôr autarquias contra autarquias e iludir e prejudicar a solução necessária da questão essencial da injusta repartição dos recursos públicos entre o poder central e o poder local, ou seja, da extrema e injustificada centralização do Estado que a proposta de lei do Governo visa alargar e reforçar;
2.Apoiar e fazer suas as reivindicações sucessivas dos congressos das associações nacionais de municípios e de freguesias, no sentido de verem reforçados os meios postos à sua disposição, de serem garantidos recursos mínimos que permitam o funcionamento destas instituições e a satisfação dos fins para que foram criadas;
3.Apoiar os esforços da ANMP no sentido de encontrar formas de luta contra a proposta de Lei de finanças locais apresentada pelo Governo e apelar ao presidente e à maioria do conselho directivo da ANAFRE para que se solidarizem com esses esforços e trabalhem pela concretização das justas aspirações das freguesias expressas legitimamente nos seus congressos.
E tudo o que delibera fá-lo, não pelo ente público abstracto (município) ou pelo órgão em si, mas pela população que representa e cujos interesses, por imperativo legal e constitucional, deve defender acima de tudo. É que, se a proposta do Governo ganhasse forma de lei, as populações seriam chamadas a suportar duplamente a manutenção das ruas, praças e passeios, dos largos e jardins e de todas as utilidades modernas que é suposto serem suportadas pelos impostos pagos pelos cidadãos. Ora, isto é inaceitável.
A presente moção será, tempestivamente, divulgada junto da população do Concelho e enviada aos Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da República, ao Ex.º Senhor Primeiro – Ministro, ao Exm.º Sr. Ministro da Administração Interna, ao Exm. Sr. Ministro das Finanças, à Associação Nacional dos Municípios Portugueses e à Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE).
Chumbado pela maioria. (e muito sinceramente, não percebo porquê)
Citação:
Assunto: Divulgação da Moção contra o encerramento da Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico das Pedreiras – Fão.
Exm.º Senhor
Presidente da Assembleia Municipal de Esposende
Na sessão ordinária, realizada em 29 de Junho de 2006, esta Assembleia Municipal aprovou, por maioria, a Moção “Contra o encerramento da Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico das Pedreiras – Fão”, na qual se lê:
“ (…) A presente moção será, tempestivamente, divulgada junto da população e enviada à Ex.ª Senhora Ministra da Educação, à Direcção Regional de Educação do Norte, à Câmara Municipal de Esposende, à Assembleia de Freguesia de Fão, à Junta de Freguesia de Fão, à Associação Nacional dos Municípios Portugueses, à Associação de Pais e Amigos do JI e Escolas do 1.º Ciclo de Fão e à Federação Concelhia de Esposende das Associações de Pais.”
Tendo sido, portanto, aprovado o envio, tempestivo, do referido documento às Entidades supra indicadas, requeri, por fax, em 27/07/2006, a V.ª Ex.ª que, com a maior brevidade, me informasse se:
1. Foi a Moção acima referida divulgada Junto da População? Em caso afirmativo, de que forma foi factualizada tal divulgação?
2. Foi a Moção, ora em apreço, enviada às Entidades supra mencionadas?
Solicitei, ainda, que no que concerne à questão 2, em caso de resposta afirmativa, me fossem, com a maior brevidade, fornecidas fotocópias dos ofícios – remessa atinentes ao envio da Moção às Entidades acima referidas.
Volvido mais de um mês, e não tendo recepcionado qualquer resposta ao supra enunciado requerimento, face a tal omissão, solicitei, novamente, por fax, em 06 de Setembro de 2006, a V.ª Ex.ª que, com a máxima urgência, me fossem prestadas as informações atrás mencionadas.
Ora, até à presente data não vi satisfeita esta minha pretensão. Assim, emerge, neste momento perguntar a V.ª Ex.ª:
. Foi ou não a moção em apreço divulgada junto da população e enviada à Exa. Senhora Ministra da Educação, à DREN, à Câmara Municipal de Esposende, à Assembleia de Freguesia de Fão, à Junta de Freguesia de Fão, à Associação nacional dos Municípios Portugueses, à Associação de Pais e Amigos do JI e Escolas do 1.º Ciclo de Fão e à Federação Concelhia de Esposende das associações de Pais.
Em caso afirmativo, reitero peço que me sejam fornecidas fotocópias dos ofícios – remessa atinente ao envio da Moção às entidades referidas.
A resposta foi que a moção não foi entregue aos orgãos citados. E isto é, somente, um completo desrespeito pelo orgão magno do municipio, e das deliberações aí aprovadas. Talvez na proxima assembleia distribuam baralhos de cartas, porque se as deliberações e decisões do ORGÃO MÁXIMO do concelho não são cumpridas, o que estão eles lá a fazer?
*todas as citações são de requerimentos, propostas, e moções apresentadas pelo deputado municipal da CDU.
Meu caro.... essa história da maioria é muito vaga....
Permita-me lembrá-lo que basta ser uma cor a votar ( neste caso o PSD) que já é reprovado pela maioria ou aprovado......
Estamos numa politica do quero posso e mando.... e como bons moços que são .... todos votão AMEN no que o "líder" quer ...... por isso é q o nosso concelho está como está....
Mas falar para que????? o Povo continua a dar-lhes maioria....
E eles fazem e desfazem como bem entendem......
Será que vivemos em 2 opressões?
Por um lado uma Câmara maioritária que tem a faca e o queijo na mão. A Assembleia Municipal que vota e delibera conforme as suas orientações, não deixando passar as propostas da oposição, por força de uma maioria absoluta.
Deparamo-nos com um governo de feição totalitária, que faz e desfaz a seu bel prazer, seja na saúde ou seja na educação, punindo as autarquias pelo seu endividamento, não se autopunindo pelos gastos sumptuosos em carros, assessorias vergonhosas para servir a clientela política, deficits descontrolados! Mas nem só o deficit é importante. O social é mais importante e a solidariedade entre ministérios devia existir para acorrer aos sectores mais carenciados e de maior benefício para a população. Mas isso não lhes convém por causa das mordomias. Não têm dinheiro para urgências mas têm milhões para o prédio Coutinho. E é isto socialismo? Felizmente já acordei.
o Povo dá-lhes a maioria, porque a acção de homens como o Dr. Carvoeiro são silenciadas. O que leu e ouviu na rádio sobre todas as propostas do Dr. carvoeiro?
Eu não sou do Partido dele, embora tivesse votado nele e não me arrependo. pela primeira vez vejo que o meu voto foi muito útil.
Só vos faço um desafio . Vão assistir à assembleia Municipal e vejam a garra e coragem do deputado da CDU.
Como se costuma dizer, nesta altura em que nuinguém fala com medo, admiro a frontalidade e a coragem do homemda CDU, sozinho ali a enfrentar a maioria, e mesmo os caladinhos do PS e do CDS.
Fico espantado, como um homem só produz tanto naquela assembleia.
Era bom que o povo fosse lá em força. Isso é que era importante.
A minha idade já não o permite, mas se tivesse a idade do Dr. Carvoeiro talvez saltasse para a ribalta. por enquanto assisto discreto e atento. Eu estou muito atento a tudo o que se passa em esposende (concelho).
Queremos é propostas e não ditaduras da maioria que é o que temos na Assembleia é a voz da maioria a chumbar tudo o que vem de positivo da oposição principalmente da CDU. Isto é muito triste, as pessoas não separam as coisas boas da política. Chumbam porque vem da CDU. É uma grande vergonha
Colocada: Qui Out 05, 2006 12:35 Assunto: Ele não tem medo
O Ocaraio
o Povo dá-lhes a maioria, porque a acção de homens como o Dr. Carvoeiro são silenciadas. O que leu e ouviu na rádio sobre todas as propostas do Dr. carvoeiro?
Eu não sou do Partido dele, embora tivesse votado nele e não me arrependo. pela primeira vez vejo que o meu voto foi muito útil.
Só vos faço um desafio . Vão assistir à assembleia Municipal e vejam a garra e coragem do deputado da CDU.
Como se costuma dizer, nesta altura em que nuinguém fala com medo, admiro a frontalidade e a coragem do homemda CDU, sozinho ali a enfrentar a maioria, e mesmo os caladinhos do PS e do CDS.
Fico espantado, como um homem só produz tanto naquela assembleia.
Era bom que o povo fosse lá em força. Isso é que era importante.
A minha idade já não o permite, mas se tivesse a idade do Dr. Carvoeiro talvez saltasse para a ribalta. por enquanto assisto discreto e atento. Eu estou muito atento a tudo o que se passa em esposende (concelho).
Queremos é propostas e não ditaduras da maioria que é o que temos na Assembleia é a voz da maioria a chumbar tudo o que vem de positivo da oposição principalmente da CDU. Isto é muito triste, as pessoas não separam as coisas boas da política. Chumbam porque vem da CDU. É uma grande vergonha
O vintinove não tem a memória curta de certeza pois também nesse período se manifestou em locais adequados contra a maioria absoluta cavaquista pois não se orienta por políticas economicistas exclusivas, como as que se vivem desde a Adesão, com um lapso ou outro de pseudo-gestão sem qaulquer princípio.
E as evidências ilustram que Portugal precisa de uma nova consciência política, alicerçada nas competências e nos direitos básicos dos cidadãos que deverão assentar em igual justiça, igual saúde e igual educação.
Sou adverso do bloco central, único causador da situação em que vive o país, pois revezam-se entre si na governabilidade, com resultados desastrosos.
Quando se discute com elevação em nada prejudica o debate embora possamos referir que está deslocalizado. Os temas locais actuais, nomeadamente ponte e portagens podem levar-nos naturalmente para assuntos que poderiam ser abordados noutros espaços, mas por vezes embalamos na onda. Mas como disse, apreciados e debatidos com elevação não estraga. Talvez na sala ao lado, embora muita gente almoce na cozinha com prazer gustativo.
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