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JSD APULIA

 
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Autor Mensagem
MiguelApulia
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Idade:34
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Mensagens: 581
Local/Origem: Apulia

MensagemColocada: Seg Dez 29, 2003 19:42    Assunto: JSD APULIA Responder com Citação

Breve Introdução

A Juventude Social democrata de Apulia, ao criar esta estrutura tem como principal objectivo dar-se a conhecer à população jovem da sua Freguesia e depois a todos os jovens do País.
Somos um grupo de jovens que pretende ter voz activa na resolução dos problemas dos jovens da Freguesia de Apulia, do Concelho de Esposende e do País. Por isso mesmo temos representantes nos órgãos políticos decisórios, para que essa resolução passe das palavras aos actos!
Pretendemos por isso levar a cabo uma série de acções sobre temas que preocupam os jovens (sexo, drogas, sida e outros), a nível local, junto das escolas Preparatórias e Secundárias. Assim sendo contamos com a vossa ajuda/colaboração para que o debate se instale e para que novas ideias surjam.
Porque somos "Jovens que Fazem", contamos contigo!

Pelo presidente do Núcleo




Nota: Se desejares saber mais informações a nosso respeito ou se quiseres pertencer à JSD de Apulia, não hesites, contacta-nos!



Liberdade e Democracia
No ano em que comemoramos os 29 anos do 25 de Abril de 1974, eu, um jovem de 28 anos que não viveu o Estado Novo, nem a descolonização, nem o conflito entre a esquerda e a direita (ambas sob as suas diversas formas) e muito menos aos tiros do 25 de Novembro, resolvi escrever sobre aquilo que entendo por liberdade e democracia.
Se não estou em erro, um sistema democrático é aquele em que todos nós temos uma palavra a dizer sobre a política e a sociedade, todos temos a oportunidade de participar na vida política e, acima de tudo, todos temos o dever de exercer os nossos direitos. Pois é, isto parece um contra-senso que muita gente não compreende. Afinal, a democracia é um direito ou um dever?
Todos nós temos consciência de que num sistema democrático todos têm o direito de dizer o que pensam, de pensar o que dizemos, e, aliás, até temos o direito de pensar. Ponto final! Mas infelizmente pouca gente reconhece que deve ser responsável pelo que pensa e pelo que diz. Igualmente, pouca gente reconhece a importância de, pura e simplesmente, pensar e dizer, e também de actuar, apesar de essa ser uma das bases da liberdade e da democracia.
Então temos aqui um problema de responsabilidade, participação (ou falta dela) dos cidadãos na vida política da sua sociedade. Os problemas de que a sociedade padece devem ser discutidos, sem complexos e sem meias palavras, mas frequentemente não o são. Igualmente, as pessoas tendem a alhear-se da vida política, apesar de ela tão directamente lhes dizer respeito. Ao cidadão cabe o papel de, em 1º lugar, questionar os políticos e a sua actuação, em 2º lugar, propor soluções para os problemas. Mas poucos de nós fazem isso.
Quando me falam dos políticos, da sua inactividade e da sua politiquice, eu por vezes pergunto "então e tu, fazes alguma coisa para resolver esse problema, para mudar as coisas? Estarias disposto a fazer política?", e a resposta é invariavelmente negativa. Como poderemos então resolver os nossos problemas se ninguém está disposto a trabalhar para a sua resolução?
Se as pessoas não se querem responsabilizar, então como querem ter direitos? Por exemplo, quando atingimos a maioridade, passamos a ter o direito ao voto, a pertencer a partidos políticos, a ir jogar ao casino, a poder guiar um carro, etc. São direitos interessantes, e muito importantes. Mas ao mesmo tempo, passamos a ter mais responsabilidades cívicas, legais e políticas. Podemos ser presos, podemos ser chamados a defender a Pátria, passamos a ter o dever de votar, e assim por diante. Com a democracia é o mesmo. Para termos mais liberdade, ou seja, mais direitos, temos de ter mais responsabilidades, e acima de tudo, assumi-las. É complicado, é duro, mas é assim.Caso contrário, como poderemos ser merecedores?
Actualmente, os jovens elementos da nossa sociedade olham para a Liberdade e a Democracia como dados adquiridos, com os quais não se precisam preocupar em demasia. Só se preocupam quando sentem os seus direitos em risco, nomeadamente quando lhes afecta a "paródia". Poucos, no entanto, estão dispostos a sacrifícios para conservar essa liberdade.
Quando ouço dizer de pessoas, infelizmente muitos deles jovens, que "não pedi o direito ao voto, estou-me a c***r para isso, a política é tudo a mesma m****!", não evito deixar de pensar nas pessoas que estiveram em Peniche e no Tarrafal, nos deportados e exilados, em todos os que foram perseguidos pela PIDE, e que sofreram para que agora esses jovens possam dizer isso. Se bem que a vida no Estado Novo não fosse tão má como por vezes se pinta, e só alguns fossem efectivamente perturbados pela PIDE, o facto é que a maioria da população nem sequer pensava em política, deixava que a sua vida e a vida do país fosse dirigida por alguns “iluminados" que exerciam o seu poder de uma forma paternalista, “poupando" aos cidadãos as "chatices do poder".
Pessoalmente, eu sou daqueles que gostam de se preocupar com isso. Não gosto desses "iluminados" que pretendem pensar por mim. Acho que todos nós temos a capacidade de pensar e actuar sobre os problemas que todos nós vivemos, e nunca um cidadão se pode furtar a participar na vida da sociedade.
Como posso falar eu de Democracia quando não tenho voz nem participação activa na vida nacional, quando não tenho capacidade de me fazer ouvir? E agora que a tenho, depois do 25 de Abril, que desculpa tenho eu para não actuar, para não falar, que tipo de liberdade e democracia mereço eu se não luto por ela?
É que essa coisa de Democracia tem muito que se lhe diga, exige trabalho, esforço, consome tempo e energias, mas tem um resultado prático, muito saboroso: mais Liberdade!
É verdade que não há futuro sem memória.No entanto, não é menos verdade que só há memória que não seja estéril se for capaz de impulsionar um futuro reformista.
E é deste futuro que temos que tratar.Afirmando a nossa autonomia em relação ao PPD/PSD.Afirmando a mobilização da estrutura e a sua renovação.Afirmando a sintonia com as expectativas e os anseios dos jovens Apulienses, em particular, e dos jovens portugueses, na sua generalidade.
Estes são os nossos desafios... estes são os desafios pelos quais vale a pena pôr a render a nossa memória Porque a JSD é mesmo uma organização notável e notada.
Onde se faz política com paixão.
Onde se criam cumplicidades só possíveis na amizade.
Onde está o que de mais importante temos na nossa vida – a capacidade de podermos sonhar acordados.A pensar mais na vida do nosso país e da nossa terra, do que nas pequenas coisas da vida.

Não há futuro sem memória.

E a JSD tem muito por que se orgulhar e aprender com aqueles que construíram a sua memória.

Uma memória de atitude, de trabalho, de coragem e de rasgo.
Uma memória é certo, com alguns desafios demasiados datados no tempo, e por isso mesmo, eventualmente pouco apelativos à actual geração da JSD.

Mas sem essa memória nenhum de nós teria vindo para a JSD.

Os desafios foram sendo permanentemente alterados, mas aquilo que define o carácter da maior organização política de juventude em Portugal, como são a atitude e a coerência, mantiveram-se inalterados.

A própria redefinição constante das opções estratégicas é um traço de personalidade da JSD.

Manteve-se o essencial e encontrou-se sempre um novo impulso e energia na mudança de tudo o resto. Sem perder a cara e sem dizer, levianamente, o mesmo e o contrário.

E, também por isso estou grato às gerações que antecederam a nossa.


Inaugurado a 26 de Abril de 2002 este Núcleo sempre teve a preocupação de pulsar na vida interna do partido.Com uma JSD sempre activa e dinámica, sempre ousou estar na primeira linha do combate político, levando para os debates todas as preocupações mais legitimas do meio que representa, Vila de Apulia.

Contemplando sempre uma política autónoma, critica, mas acima de tudo respeitadora dos princípios básicos do partido bem como das suas principais directrizes políticas.
Este é possivelmente o único núcleo de juventude social democrata, que com pesado esforço conjuntamente com a JSD concelhia, funciona todos os dias para o convívio dos inseparáveis e beneméritos companheiros, militantes e simpatizantes.

Hoje há um grito de revolta que nos atormenta e faz mexer.
Este núcleo, com todo o conhecimento adquirido ao longo de um ano de actividade, e da mais valia a que se faz supor, não aceita, não compreende e não vê neste momento a juventude levada a serio.
Esta é a voz corrente de todos os que nos rodeiam e apoiam. Compreendemos e queremos respeitar os princípios básicos da disciplina partidária, mas para isso devemos ser ouvidos, e depois propostos perante os nossos juízos, conjugados com os do partido. O que raramente acontece!

Aplaudimos e reforçamos todo o combate político que tenda a destituir a supremacia da arrogante política socialista, mas só com meios concertados e nos círculos dedicados a tais preocupações.
Não podem haver MARTIRES aqui, para existirem alem HEROIS. Todos devem estar vivos no fim.

Cremos que será possível no concelho, deixando a nossa concelhia continuar a decisão sozinha dos seus destinos muito bons para o partido sem que precise de qualquer coligação.
Reforçamos o apoio incondicional ao líder da concelhia da JSD Antonio Morgado.
Transmitimos a admiração, a estima a um líder (como único no país) de uma concelhia o nosso caro amigo e companheiro Dr Agostinho Silva (PSD).

Orgulhosamente temos já um currículo que jamais nos poderão tirar, senão vejamos:

A 1ª iniciativa do Núcleo conjuntamente com a JSD concelhia num Bar da nossa freguesia com cerca de 1200 jovens na tomada de posse do Núcleo.

Participamos no acampamento de verão no Geres.

Jantar de apresentação da candidatura da lista do PSD à Junta de Freguesia de Apulia com 250 jovens Social Democratas.

Participamos activamente no desenrolar dos acontecimentos da campanha eleitoral, culminando com uma grande vitória para o partido e para Apulia.

Participamos activamente nas iniciativas da JSD concelhia presidida pelo nosso grande amigo e companheiro Antonio Morgado de quem nos orgulha de ter como líder.

E o aumento significativo do numero de militantes da JSD em Apulia entre outras.

A JSD é mesmo assim.
É um caso de amor.
Pela JSD e pela minha terra faço tudo!
O PSD assume as especificidades que o caracterizam como partido de raiz eminentemente português, bem como aquilo que o distingue relativamente aos partidos socialistas ou aos partidos social-democratas europeus de inspiração socialista. Tais especificidades e diferenças radicam no facto de ele ser:

Um partido personalista, para o qual o início e o fim da política reside na pessoa humana;

Um partido de forte pendor nacional;

Um partido com valores e princípios claros, permeáveis à criatividade e à imaginação, aberto à inovação e à mudança;

Um partido que, sendo social-democrata, valoriza o liberalismo político e a livre iniciativa caracterizadora de uma economia aberta de mercado;

Um partido que é dialogante, aberto à pluralidade de opiniões e à sociedade civil, defensor da moderação e da convivência entre homens de credos e raças diferentes, herdeiro da tradição universalista portuguesa que é estruturalmente avessa a qualquer forma de xenofobia;

Um partido empenhado na construção européia, defensor da identidade nacional e dos valores pátrios que deram corpo à Nação Portuguesa, herdeiro de um sentido atlântico e de uma aliança profunda com os povos de expressão lusa;

Um partido que, apostando na eficácia, valoriza o humanismo, bem como os grandes princípios da justiça, da liberdade e da solidariedade;

Um partido não confessional, mas respeitador dos princípios axiológicos e religiosos do povo português, identificados com o humanismo cristão;

Um partido interclassista, vocacionado para representar as diversas categorias da população portuguesa, e apostado na defesa da cooperação entre as classes sociais como a via mais adequada para a obtenção do bem comum e do progresso colectivo;

Um partido que aposta no reconhecimento do mérito e na capacidade de afirmação pessoal e social, cada vez mais necessários numa sociedade onde cresce o espaço para a realização de capacidades individuais, e onde importa distinguir os talentos pessoais que são contributo para o bem comum e para o progresso do país.

in "Excertos do Programa do Partido Social Democrata”
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PRATA_DA_CASA
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MensagemColocada: Seg Abr 05, 2004 21:04    Assunto: JSD-Anárquica Responder com Citação

Manesman:
Deste provas neste texto que andas é á procura de tacho.
Se és de Apúlia e gostas da tua terra para que servem os partidos políticos? Para te governarem, ou para de governares?
Sois uma vergonha do País
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MiguelApulia
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MensagemColocada: Seg Abr 05, 2004 21:21    Assunto: Responder com Citação

Por falar em tacho, por acaso não tem um ai para mim ando mesmo a ver se arranjo um tachinho para fritar um ovo estou é surpreendido como é que o Sr. lendo o texto tirou tão brilhante conclusão !

E vejo tambem que é um sujeito com visão, conseguiste ver o que me vai na alma está de parabéns.
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PRATA_DA_CASA
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MensagemColocada: Seg Abr 05, 2004 21:31    Assunto: JSD Responder com Citação

meu caro:
Ainda bem que és inteligente.
Contudo se queres singrar na vida, trabalha e não estejas á espera de tacho, porqunato neste momento estão todos varridos
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Fantasma
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MensagemColocada: Ter Abr 06, 2004 01:57    Assunto: Responder com Citação

Mannesman,

Acho que o Prata_da_Casa tem razão. Pelo que ouvi, os "Independentes" do concelho já os reservaram todos...
:(
_________________
O mesmo fogo que funde o ferro, tempera o aço...
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PRATA_DA_CASA
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MensagemColocada: Ter Abr 06, 2004 13:46    Assunto: JSD Responder com Citação

Meu caro Fantasma e Manesman.
Os tachos não sei se foram os independentes que os varreram. Se foram estão de parabéns. Continuo a afirmar se procuras "tacho" trabalha e serás recompensado. Se procuras laranjas ainda estão verdes???
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MiguelApulia
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MensagemColocada: Dom Mai 09, 2004 22:23    Assunto: Responder com Citação

Ja agora o que e um tacho para ti?
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RedHat82
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MensagemColocada: Seg Mai 10, 2004 12:48    Assunto: mas que grande cena. Hein!!! Responder com Citação

Nestas mensagens aparece cada tipo mais engraçado, esse senhor prato ou prata não sei de donde é engraçado. Pelo pouco que estudei de psicologia, e pelo pouco que conheço de seres humanos, consigo tirar uma conclusão que só não é brilhante por ser demasiado óbvia, sim porque todos aqueles que lerem os mui doutos escritos do senhor prato de fora tiram a mesma conclusão que eu.
É que o senhor prato pelo forma como escreve revela um forte recalcamento bem próximo do complexo de inferioridade, quem sabe, resultado de um mau resultado político no passado, de uma grande frustração das suas expectativas ou simplesmente uam grande aversão para como os possíveis concorrentes ao seu tão ambicionado lugar no tacho. Senhor prata de fora quer ser alguém? Trabalhe pois se o fizer um dia pode sair-lhe um lugarzinho na panela:) ou no pior dos casos num bacio.
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