Ora ora, a festa não se faz com um individuo !!! - “proletários”, pobres coitados……
é. essa gentinha que trabalha para ganhar um ordenado de mierda e ainda ter que dar de comer a tudo quanto é abutre neste país. e ainda querem direitos, tssss... não lhes chega ganhar para o pão, também querem comer sardinha!
Afinal a teoria ligasse na sua perfeição, aqui está a pergunta chave do movimento trabalhista suportado pelo pcp no período pós revolução
correcção: não foi no pós-revolução, o manifesto comunista foi editado pela primeira vez, em 1848...
Os trabalhadores ditos comunistas diziam aos empregadores (patrões!!!) que tudo lhes pertencia, fruto dos seus suores e esforços
a terra a quem a cultiva. seja comunista ou não. percebeste?
Mais uma vez explico ao sr.º "vladmir" (gosto + deste nome) o que eu queria era saber quem falava a verdade, por isso uns dizem ( caso Mário Soares e comp. lda.) e outros desdizem (PCP... e que descanse em paz ) e portanto a pergunta: "[...] veio agora desdizer, foi?" não tem qualquer sentido!!!
ó surrealista anárquico, vamos lá a ver:
exemplo. eu digo que tu até já foste dêjota numas noites muito porreiras que havia num bar ali em fão. e a seguir vens tu e dizes que não foste dêjota nenhum. eu disse, tu desdisseste, certo? aqui há coerência de um e de outro, embora em pólos diferentes. o que é completamente diferente de ser eu (ou tu) a dizer que foste, e a seguir dizer que não foste. boa? é que, se prestares atenção, não vês o pcp a fazer isso. já o ps/psd/cds... é o circo que se vê.
Não queria chegar a tanto !!!!!, voçê é que sabe, ou melhor voçês é que sabem !!!! já que todos comem da mesma "pia"
ironia... há muita falta disto neste fórem...
Para voçês incomodados, simplesmente sugiro que solicitassem aos gestores do esposende online a minha destituição. Eu cá não saio e para o ruido existe várias alternativas na sua prevenção;
a tua destituição? que cargo ocupas, ó magnanime utilizador do fórem de esposende?
sim.existem alternativas. mas eu gosto de picar esta gente!
Idade:32 Registo: 22-Jul-2004 Mensagens: 266 Local/Origem: Porto - Palmeira de Faro
Colocada: Sex Jul 20, 2007 13:05 Assunto:
Cá está uma abordagem relativa à nossa democracia que elucida os tempos conturbados do PREC, bem como uma visão muito peculiar dos acontecimentos:
Basta acompanhar a recente polémica sobre o serviço cívico que tem atravessado as páginas do “PÚBLICO” para perceber como o tempo não lectivo dos estudantes sempre foi terreno fértil para os proselitismos vários. Contudo, a par dessa discussão sobre «quem mandou quem fazer o quê«, é importante que demos mais alguma atenção ao que foram e como funcionaram essas mobilizações do chamado sector intelectual e estudantil após o 25 de Abril.
Os processos revolucionários detestam o ócio, os tempos livres e temem as actividades cuja organização do tempo e das hierarquias lhes surge como desregulada. Os serviços cívicos e as campanhas de alfabetização funcionam como meio de ocupação e controlo daqueles que, pelo seu estilo de vida, são dificilmente controláveis. (Assim se entende que durante o congresso dos escritores, em 1975, uma das propostas aí apresentadas até colocasse a hipótese de se alargar o serviço cívico aos escritores.)
O PREC não dividiu os portugueses apenas em revolucionários e contra-revolucionários. O povo que supostamente seria libertado pela revolução também foi dividido em consciente e alienado. Às vezes o retrato dos «alienados do Norte» era quase grotesco. Não afiançou, em Cuba, Otelo Saraiva de Carvalho, que as Forças Armadas Portuguesas iriam participar no desenvolvimento do Norte do país onde, segundo ele, existiriam localidades cujos «habitantes têm um vocabulário inferior a 500 palavras»?
Foi nesse país dos ignorantes e alienados que as campanhas sanitárias e de alfabetização, que arrancaram ainda no Verão de 1974 e que anteciparam o serviço cívico, tal como as sessões de dinamização levadas a cabo pelo MFA, como a «Nortada», e a «Verdade», tiveram quase exclusivamente lugar.
O serviço cívico e as campanhas de alfabetização não dizem apenas respeito aos estudantes e a quem os dirigia. Eles inserem-se numa visão revolucionária da sociedade em que, como afirmou Sartre, em Lisboa, em 1975, «As eleições são uma ratoeira para idiotas.» Mas não só. É também uma sociedade em que, em nome da igualdade material entre os homens, se estabelece entre eles a maior das desigualdades: a intelectual. Por isso, em Lisboa, há 32 anos, ninguém se indignou quando, após invectivar os estudantes para que fossem para os campos fazer a revolução cultural, Sartre perguntou : «O Povo Português no seu conjunto, os camponeses do Norte, por exemplo, são cidadãos livres e capazes de votar com todo o senso que esse voto implica ou ainda não são capazes?» PÚBLICO, 19 de Julho
é. essa gentinha que trabalha para ganhar um ordenado de mierda...
Para que os patrões, possam remunerar os seus operários com mais dinheiro é necessário que as empresas sejam produtivas e geram lucros. Se as entidades patronais começarem a pagar salários altos aos seus trabalhadores e não tiver o retorno dos serviços prestados por estes, o mais provável é a empresa fechar, por não gerar receitas, para além disso é preciso pagar á segurança social, seguro acidentes de trabalho por cada trabalhador e pagar toda a carga fiscal imposta pelo estado.
Mas vocês comunistas, não compreendem isso pois não? - preferem de forma estúpida, interrogar “Para que serve um patrão?”. E quem dá trabalho ás pessoas?
Citação:
a terra a quem a cultiva. seja comunista ou não. percebeste?
Mas alguém quer cultivar as terras nos dias de hoje ? Não que faz calos nas mãos…é muito melhor receber subsidios pela não produção. Antes do 25 Abril as terras do Alentejo, eram o celeiro de Portugal, cultiva-se quase tudo e para todo o pais, agora pobres coitadinhos não podem cultivar devido às condições climatéricas hostis e devido a uma doença que se chama “preguicite aguda”, é melhor ficar pelos subsidios !!!!
Citação:
eu digo que tu até já foste dêjota numas noites muito porreiras que havia num bar ali em fão. e a seguir vens tu e dizes que não foste dêjota nenhum. eu disse, tu desdisseste, certo? aqui há coerência de um e de outro, embora em pólos diferentes. o que é completamente diferente de ser eu (ou tu) a dizer que foste, e a seguir dizer que não foste. boa?
Vossemecê está a delirar!!!!! Deveria guardar a sua fértil imaginação para outras coisas…não entendo essa cegueira, que lhe impede de compreender o que é óbvio !!!!
Citação:
que, se prestares atenção, não vês o pcp a fazer isso. já o ps/psd/cds... é o circo que se vê.
Bem, se acha que o seu partido é diferente dos outros, então venha ele para o poder, assim o País "arrebenta" de uma vez por todas!!! Após uma boa queimada, pode florescer nova vida
Para que os patrões, possam remunerar os seus operários com mais dinheiro é necessário que as empresas sejam produtivas e geram lucros. Se as entidades patronais começarem a pagar salários altos aos seus trabalhadores e não tiver o retorno dos serviços prestados por estes, o mais provável é a empresa fechar, por não gerar receitas, para além disso é preciso pagar á segurança social, seguro acidentes de trabalho por cada trabalhador e pagar toda a carga fiscal imposta pelo estado.
Mas vocês comunistas, não compreendem isso pois não? - preferem de forma estúpida, interrogar “Para que serve um patrão?”. E quem dá trabalho ás pessoas?
sim. e preciso que as empresas sejam lucrativas. e para onde vai o lucro de uma empresa? falo do dinheiro que sobra, depois de feitas as contas, pagos os ordenados, os impostos, a segurança social, etc, etc... até o dinheiro que é gasto com aquelas coisas de estudos de mercado, e expansão da empresa... tudo isso. para onde vai o que sobra? para o bolso do patrão. para este viver à grande, enquanto os seus empregados ganham uma miséria e muitas vezes passam mal.ou seja, é a exploração do homem pelo homem, over and over...
(ps: não leves o que eu digo sempre demasiado a sério...)
Mas alguém quer cultivar as terras nos dias de hoje ? Não que faz calos nas mãos…é muito melhor receber subsidios pela não produção. Antes do 25 Abril as terras do Alentejo, eram o celeiro de Portugal, cultiva-se quase tudo e para todo o pais, agora pobres coitadinhos não podem cultivar devido às condições climatéricas hostis e devido a uma doença que se chama “preguicite aguda”, é melhor ficar pelos subsiduos !!!!
foi uma metáfora... olha, lá dizia josé mario branco: até neste país de pelintras se acha normal haver mãos desempregadas e se acha inevitável haver terras por cultivar!
Vossemecê está a delirar!!!!! Deveria guardar a sua fértil imaginação para outras coisas…não entendo essa cegueira, que lhe impede de compreender o que é óbvio !!!!
Bem, se acha que o seu partido é diferente dos outros, então venha ele para o poder, assim o País "arrebenta" de uma vez por todas!!! Após uma boa queimada, pode florescer nova vida
Sou um mero participante.
uma altura ouvi um a dizer que se decidissem acabar com o estado, e entregar isto tudo aos privados, mas tudo, mesmo, ele era o primeiro a concordar...
uma altura ouvi um a dizer que se decidissem acabar com o estado, e entregar isto tudo aos privados....
Entregar tudo não digo, mas reduzir a mais de metade o n.º de funcionários públicos neste país era o ideal, estou farto de pagar impostos para esses "malfeitores"
Que sirva de exemplo o caso da nossa vizinha Espanha.
uma altura ouvi um a dizer que se decidissem acabar com o estado, e entregar isto tudo aos privados....
Entregar tudo não digo, mas reduzir a mais de metade o n.º de funcionários públicos neste país era o ideal, estou farto de pagar impostos para esses "malfeitores"
Que sirva de exemplo o caso da nossa vizinha Espanha.
a ideia dele era que sendo tudo entregue aos privados, geravam-se condições tais que o pais acabava por entrar em guerra civil... e obrigatoriamente as coisas tinham que mudar. o gajo é meio anarca, mas se calhar até terá a sua razão...
os funcionários públicos hoje em dia não são privilegiados, nem malfeitores... já ouviste falar do josé artur vieria da silva, por exemplo? um professor que foi diagnosticado como estando incapacitado a 85%, devido a um cancro (penso) e foi obrigado a continuar a leccionar? ainda tinha 15% para dar... e o caso dele repete-se em outros...
São episódios muíto tristes, que só prova a tremenda falta de profissionalismo, ética e sobretudo Humanismo no seio dos elementos das entidades competentes.
De qualquer das formas, considero a função pública (politicos do poder local, do poder regional e dos funcionários de todas as entidades que formam o "tecido" público), a causa do descalabro das nossas contas públicas.
Andam os trabalhadores do particular por conta outrem a pagar a factura!!
É triste por exemplo ter que utilizar o nosso subsidio de férias para pagar impostos
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