PS acusa CME de erro burocrático no Concurso Público da Fren
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Autor: Estela, Local/Origem: Apulia - Saint Tropez
Colocada: Qui Dez 30, 2004 23:18 Assunto: PS acusa CME de erro burocrático no Concurso Público da Fren
Quarta-feira, 29 de Dezembro de 2004 @ 23:06:17 GMT por webmaster
O Partido Socialista de Esposende, aponta o dedo à Câmara Municipal, e fala em "erro burocrático que fez com que o Concurso Público para a Empreitada de Arranjo da Frente Marítima de Apúlia tivesse que ser anulado".
Em comunicado, o partido liderado por Tito Evangelista, diz "repudiar o laxismo da maioria do PSD da Câmara Municipal", e explica esta acusação, dizendo que "tratando-se de um concurso que tinha por base 3 milhões de euros, a abertura das propostas teriam que ser feitas na presença de um representante do Procurador Geral da Republica", o que não veio a acontecer.
O PS de Esposende afirma ainda que por essa razão "as propostas foram abertas em flagrante violação da lei, e que a Comissão encarregue do acto pediu posteriormente ao Procurador Geral da Republica autorização para ultrapassar a ilegalidade, mas que esta foi recusada, comprometendo assim os prazos de execução do arranjo da frente marítima de Apúlia, com todos os inconvenientes e prejuízos para a freguesia".
Por essa razão, no comunicado, o Partido Socialista apela ao Presidente da Junta de Apúlia para que se insurja contra este estado de coisas, votando contra o Orçamento da Câmara Municipal para o próximo ano:
Tito Evangelista considera que Emílio Dias tem que colocar os interesses da população em primeiro lugar.
Este comunicado do PS de Esposende termina com vários adjectivos acusatórios à maioria PSD que lidera a Câmara Municipal, e Tito Evangelista fala mesmo em "imaturidade e incompetência":
Embora reconhecendo o erro, o Presidente da Câmara de Esposende, João Cepa, considera as críticas do Vereador do Partido Socialista uma "situação normal" e classifica algumas delas de "patéticas":
João Cepa não entende muito bem esta posição de Tito Evangelista, uma vez que em "algumas situações colocou em causa o início da obra em Apulia e agora critica um pormenor".
À parte as críticas dos socialistas o Presidente da Câmara lamenta o sucedido, e atribui o erro à falta de experiência da comissão de abertura das propostas:
Um erro que o presidente atribui à falta de experiência em concursos de valor tão elevado e que levou ao lançamento de um novo concurso publico para a empreitada de arranjo da frente marítima de Apúlia:
Um novo concurso que irá atrasar o início da segunda fase das obras em cerca de dois meses e meio.
O Presidente da Câmara espera por isso a compreensão da população de Apulia para este atraso depois de quase trinta anos há espera da sua concretização.
Fonte: Esposende Rádio
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