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No dia de encerramento da Montra Tecnológica do Estádio do Dragão, a confirmação de mais uma excelente performance, esta ao nível do planeamento e controlo financeiro: o novo estádio do FC Porto não custará nem mais nem menos um euro que o previsto.
Angelino Ferreira, administrador da EuroAntas, a empresa do Grupo FC Porto que é proprietária do Estádio do Dragão e que comandou a sua construção, anunciou ontem que não haverá qualquer derrapagem financeira no projecto financeiro. O estádio, construído com base num contrato a custos controlados, vai custar 125 milhões de euros, aqui se incluíndo encargos financeiros, valor dos terrenos, custos de construção, inflação e outras variáveis. Não podia haver melhor final para um projecto «dinâmico, evolutivo e participativo», conforme sublinhou aquele responsável.
Nas contas finais, em preparação, entraram dois factores que podiam ter provocado alguns problemas ao nível do projecto financeiro. Pela negativa, como destacou Angelino Ferreira, «as dificuldades colocadas pela Câmara Municipal do Porto», no princípio de 2002, que levaram à paragem das obras, e, pela positiva, o up-grade tecnológico que o FC Porto quis fazer, esperando até ao dead line para poder decidir pelas últimas novidades. «De início, estavam pensadas para este estádio soluções tradicionais, analógicas», recordou, feliz por poder ter hoje em fase adiantadíssima de testes recursos tecnológicos vanguardistas. Do Estádio do Dragão esperam agora os seus responsáveis, que assumirão em breve a direcção da empresa PortoEstádio, que irá gerir o equipamento, que se assuma não apenas como palco de emoções desportivas. «Mais do que um estádio de futebol, o Dragão é, claramente, um centro de negócios, onde as empresas poderão realizar o mais diverso tipo de eventos», salientou Angelino Ferreira, que já esboçou uma programação para o próximo ano. O Dragão está mesmo a surpreender os seus criadores...
Fonte: jornal " A Bola"
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