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AGRUPAMENTO DE ESCUTEIROS DE
STª MARINHA DE FORJÃES (1296)
Depois da sua criação formal, em 10 de Setembro último, o Agrupamento de Escuteiros de Santa Marinha de Forjães (1296), numa cerimónia a que assistiram largas dezenas de forjanenses e vários agrupamentos convidados, os jovens escutas trabalham já na preparação do plano de actividades para o próximo ano, tendo em vista a prossecução dos fundamentos emanados de Baden Powell.
O acto solene de formação do agrupamento enquadrou-se num acampamento, acontecido do souto de S. Roque, em Forjães, promovido pela grupo anfitrião, e onde estiveram envolvidos cerca de 200 elementos, a que se juntou mais uma centena, no domingo, dia 12, pois as actividades haviam-se iniciado na sexta-feira, dia 10. Os “escutas” implicados neste projecto tiveram oportunidade, consoante a secção em que se enquadravam, de realizar diferentes jogos e actividades, tendo em vista as finalidades educativas do escutismo.
Este novo agrupamento, que depois de fazer uma aprendizagem com elementos de Fragoso, do concelho de Barcelos, acabou por fazer uma aprendizagem, nos últimos dois anos, com o agrupamento de Marinhas, considerado, como tal, “o grupo padrinho”.
Durante os cerca de quatro anos em que este agrupamento se foi formando, foi descoberto algum material que atesta a existência, por volta do ano de 1950, de um grupo de escuteiros em Forjães, o qual tinha o número 113. Desse tempo, e entre outros objectos guardados no salão paroquial, destaca-se um emblema feito em chapa, de recortes manuais, que o actual agrupamento conserva com grande estima, lamentando não ter sido possível a renovação do registo existente.
O acampamento, que marcou a fundação do agrupamento e testemunhou a promessa dos novos elementos, ficou marcado pela boa organização, tendo os elementos dos 4 agrupamentos convidados participado em diversas actividades, um pouco por toda a freguesia. Desta forma, vários elementos de fora de Forjães puderam conhecer melhor esta localidade, para além de porem em prática os pólos educativos do escutismo, tudo enquadrado no raide cultural, que passou pelo Souto da Santa, pela área desportiva da EBI, campo de jogos e piscinas, pela casa da Mena do Rio, pela Azenha do Manuel António do Rio, bem como pelo Centro Cultural.
Actualmente, o grupo, com 42 elementos, divide-se, para além do pessoal dirigente, em 3 secções (lobitos, exploradores e pioneiros) isto, de acordo com o método escutista.
Carlos Gomes de Sá, jornal "O Forjanense"
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